10 frases de Eva Torres sobre as Práticas Sistêmicas

A terapeuta Eva Torres conduz mensalmente mais de doze grupos terapêuticos, de Constelações Familiares e de Pathwork, em Florianópolis, Garopaba e Timbó. Confira frases trazidas por ela em grupos e workshops que nos fazem despertar “para um novo olhar para mesma vida”!

“Somente as crianças podem viver sempre de consciência leve. Ser adulto significa bancar a própria consciência pesada, deixando-se ser julgado, recriminado, acusado. Amar é, muitas vezes, sentir-se culpado”.

__ Evanilde Torres, sobre consciência leve e consciência pesada, à luz das Constelações Familiares, de Bert Hellinger

“Meu sentimento de gratidão em relação a minha vida e ao meu passado é tão grande que, por ele, eu consigo fazer um novo movimento. Então, me sinto digna”.

__ Evanilde Torres, sobre a dignidade que vem da gratidão, em grupo na Trindade, em Florianópolis

“Aquilo que não gostamos nos nossos pais é o que mais exercitamos em nós mesmos”!

__ Evanilde Torres, sobre honrar os pais, à Luz das Constelações Familiares, em grupo no Espaço Vera Barth, na Lagoa da Conceição.

“Como se ela fosse uma caixinha cheia de coisas boas, ruins, coisas não muito boas, nem muito ruins. Pegamos toda essa caixinha com tudo o que ela tem e a acolhemos no nosso coração. Só assim estaremos aptos ao sucesso”.

__ Evanilde Torres, sobre honrar a mãe, à luz das Constelações Familiares, em grupo no Espaço Vera Barth, na Lagoa da Conceição.

“Quando estamos em sofrimento é porque ou estamos conectados com o passado ou com o futuro. Nossa felicidade inexiste quando nos desviamos do instante. “Só quando eu me posiciono no aqui e no agora, na realidade, que eu posso ficar em paz e saber o próximo passo!”

__ Evanilde Torres, sobre a sabedoria das Constelações Familiares, em Garopaba, SC.

“Para realmente nos darmos conta do quanto especiais somos, temos que nos sentir muito iguais aos outros, muito comuns. Somente assim, nossa especialeza fica evidente”.

__ Evanilde Torres, sobre a sabedoria das Constelações Familiares, no Espaço Andreia Gattini, nos Ingleses, em Florianópolis.

“Quando o desejo se materializa na tela mental é porque a alma consegue consolidar”!

__ Evanilde Torres, sobre a sabedoria das Constelações Familiares, em grupo na Trindade, em Florianópolis.

“Não há dom, nem dor que se iguale à vida. Ela pulsa e quando pulsa tudo é possível”.

__ Evanilde Torres, sobre a sabedoria das Constelações Familiares, em encontro no Estreito, em Florianópolis.

“Tem coisas que apenas “são” independente de eu concordar com elas ou não. E se a vida se movimenta para eu vivenciar algo e eu estiver de acordo, então o amor flui”.

__ Evanilde Torres, sobre a sabedoria das Constelações Familiares, em encontro na Trindade., em Florianópolis.

“A gratidão é um grande exercício de humildade”!

__ Evanilde Torres, sobre a gratidão, em Workshop, na Hotel Maria do Mar, em Florianópolis.

Parábola do Sal

O velho Mestre pediu ao seu jovem discípulo, que estava muito triste, que enchesse a mão de sal, colocasse o sal em um copo d’Água e bebesse.

– Qual é o gosto? – perguntou-lhe o Mestre.

– Forte e desagradável – respondeu-lhe o jovem aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu para o rapaz que enchesse a mão de sal novamente.
Depois, conduziu-o silenciosamente até um lindo lago, onde pediu ao jovem que jogasse o sal. O velho Sábio então lhe disse:

– Beba um pouco de água.

Enquanto a água escorria pelo queixo do jovem, o Mestre perguntou-lhe:

– Qual é o gosto?

– Agradável – disse o rapaz.

– Você sente o gosto do sal? – perguntou-lhe o Mestre.

– Não . – respondeu-lhe o jovem.

O Mestre e o rapaz sentaram-se e contemplaram a linda paisagem. Depois de alguns minutos, o Sábio falou ao rapaz:

-A dor existe. Mais o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor na alma, deve aumentar o sentido de tudo o que está à sua volta. Temos de deixar de ser do tamanho de um copo e tornarmos-nos um lago grande, amplo e sereno.
Zen-Budismo.

O Limites da Inocência

No diálogo abaixo, que narra o desconforto de um cliente sobre o destino de seu pai, Bert Hellinger mostra que muitas vezes somos imbuídos pela nossa alma de agir de forma tal, que sejamos vistos como “agressores” ou “perpretadores do mau” pelo senso comum. Entretanto, o destino reserva diferentes tarefas para cada ser humano. E é sempre possível um NOVO OLHAR para o que comumente julgamos como errado ou ruim.

Confira!

Jonas: Nos últimos dez anos fui me aproximando de meu pai e descobri um amor maravilhoso. A partir dessa confiança ele me contou que durante a guerra, quando tinha vinte e poucos anos, deixou-se colocar, durante três semanas, como vigia diante de um campo de concentração. Pensar nisso, para mim, é o mesmo que caminhar sobre o fio de uma espada, e quero fugir dessa pensamento.

Bert Hellinger: Não é verdade que ele deixou-se colocar! Teve de colocar-se!

Jonas: Não posso aceitar meu pai nesse lugar.

Bert Hellinger: Você não tem o direito de julgar isso. Há algum tempo, assisti a uma reportagem de televisão. Uma poeta ioguslava queria, de qualquer maneira, que se levantasse um monumento a um soldado alemão. Ele tinha sido destacado por um pelotão de fuzilamento para executar um grupo de combatentes da resistência, mas recusou-se a apontar sua arma, passou para o lado dos combatentes e deixou-se fuzilar com eles.

Agora o que se pode dizer dele? Seu gesto foi bom ou mau? O que foi que ele fez? Esquivou-se ao seu próprio destino. Ele poderia ter atirado, dizendo a si mesmo: “Estou enredado no meu grupo e eles no seu. O destino se pôs de tal forma que sou eu quem tenho que fuzilá-los e não eles a mim. Eu digo sim a esse destino, sejam quais forem as consequências”. Essa atitude teria grandeza. Imaginar que escolhendo morrer posso escapar de meu destino, é uma solução fácil. Você precisa levar em conta que seu pai estava numa situação semelhante e isso não diz respeito a você. Você não tem o direito de achar isso nem bom, nem mau. Nem uma coisa, nem outra.

Jonas: Estou vendo mais claro!

Bert Hellinger: Então você também tem grandeza e respeito pelos poderes do destino.

__ Bert Hellinger, em “Ordens do Amor”

Liberdade

É livre quem pode transformar-se. Só pode transformar-se quem é capaz de soltar-se e seguir a próxima grande atração para o desconhecido, entregando-se a ela de boa vontade. Mas como podemos saber se esse impulso irá nos fazer avançar? Reconhecendo se o que nos move é dirigido, desejado e protegido por uma outra realidade, que nos supera em muito. Como podemos reconhecer isso? Confiando-nos a ela, sem reservas. “Sem reservas” significa: atentos, cientes sem um saber; caminhando para frente no escuro, sem hesitar e sem buscar segurança.

O que significa aqui liberdade? Significa estarmos livres daquilo que se opõe à mudança e daqueles que querem deter-nos; livres do medo do que possam pensar, dizer e talvez fazer-nos aqueles que estacionaram. Essa liberdade é corajosa e não olha para trás. Ela é entrega, em seu caminhar para frente. Quem determina nossa direção, não somos nós, mas aquilo que nos dirige. Isso não reside em nossa livre vontade. Essa entrega é querida e sustentada pelo poder maior”.

__ Bert Hellinger, sobre a Liberdade, em “Pensamentos a Caminho”.

 

Carta de Bert Hellinger ao pai

“Dedico este livro a meu pai Albert Hellinger (1895-1967), com uma carta:

Querido papai,

Por muito tempo eu não soube o que me faltava mais intimamente. Por muito tempo, querido papai, você foi expulso de meu coração. Por muito tempo você foi um companheiro de caminho para quem eu não olhava porque fixava meu olhar em algo maior, como me imaginava.
De repente, você voltou a mim, como de muito longe, porque minha mulher Sophie o invocou. Ela viu você, e você me falou por meio dela.
Quando penso o quanto me coloquei muitas vezes acima de você, quanto medo também eu tinha de você porque muitas vezes você me batia e me causava dores, e quão longe eu o expulsei de meu coração e tive de expulsá-lo, porque minha mãe se colocava entre nós; somente agora percebo como fiquei vazio e solitário, e como que separado da vida plena.
Porém, agora você voltou, como que de muito longe, para minha vida, de modo amoroso e com distanciamento, sem interferir em minha vida. Agora começo a entender que foi por você que, dia a dia, nossa sobrevivência era assegurada sem que percebêssemos em nosso íntimo quanto amor você derramava sobre nós, sempre igual, sempre visando o nosso bem-estar e, não obstante, como que excluído de nossos corações. Algumas vezes lhe dissemos como você foi um pai fantástico para nós?
Você foi cercado de solidão e, não obstante, permaneceu solicíto e amoroso a serviço de nossa vida e de nosso futuro. Nós tomávamos isso como algo natural, sem jamais honrar o que isso exigia de você.
Agora me vêm lágrimas, querido papai. Eu me inclino diante de sua grandeza e tomo você em meu coração. Tanto tempo você esteve como que excluído do meu coração. Tão vazio ele estavam sem você.
Também agora você permanece amigavelmente a uma certa distância de mim, sem esperar de mim algo que tire algo de sua grandeza e dignidade. Você permanece o grande como meu pai, e tomo você e tudo que recebi de você, como seu filho querido.
Querido papai,
Seu Toni (assim eu era chamado em casa).”

__ Bert Hellinger, em “As Igrejas e o Seu Deus”.

Morrer

“Todo ser vivo morre, enquanto vive. Ele só pode viver porque, em diversos níveis, algo morre nele. Um animal só sobrevive porque come a planta, que assim, morre. E um outro animal só sobrevive se mata e devora aquele.

Também em nós, para que a vida continue, algo precisa estar sempre morrendo, abrindo espaço para algo novo, talvez também para algo maior.

O mesmo acontece no decurso da vida. O que veio antes cede lugar ao que cede lugar ao que vem depois: a infância à juventude, a juventude à união estável, à paternidade ou maternidade à responsabilidade daí decorrente. A responsabilidade cessa quando os pais conferem independência aos filhos. Finalmente, nossa vida cede lugar à morte e ao que, talvez nos aguarde depois dela.

Jesus, na Bíblia, resumiu isso numa parábola: se o grão de trigo não morre, ele não dá fruto.

Por conseguinte, o morrer pertence, desde o início, à vida. É um pressuposto da vida, uma parte dela. Por isso, só pode viver aquele que aceita morrer e que, finalmente, morre.

Para quem entende e vive isso, a morte é apenas uma continuação do morrer e, simultaneamente, uma continuação da vida; não, talvez, da minha própria vida, mas da vida que se renova a cada morte e que, porque morre, também permanece.

__ Bert Hellinger, em “Pensamentos a Caminho”.

O embotamento

Um circo adquiriu um urso polar. Como só precisavam dele para exposição, ficou trancado num carro, onde o espaço era tão estreito que o urso não podia virar-se. Só dava dois passos para frente e dois para trás.

Passados muitos anos, tiveram pena dele e o venderam para um zoológico. Ali ele dispunha de um amplo espaço para se movimentar, mas continuou dando somente dois passos para frente e dois passos para trás. Um outro urso lhe perguntou: “Porque você faz isso? Ele ele respondeu: “Porque fiquei muito tempo preso num carro estreito”.

Nossa prontidão para olhar é impedida, com frequência, por sentirmos como obrigação e inocência o que é mau para nós e, como traição a uma ordem e culpa, o olhar que aponta soluções. Então se substitui o olhar por uma imagem interna, e o que já passou atua como se ainda estivesse presente.

Por vezes, a imagem interna nasce do simples ouvir dizer e cria uma ordem baseada somente na imaginação. Então se substitui o olhar pelo ouvir,  a verdade pelo arbítrio e o saber pela crença.

__ Bert Hellinger, em “No Centro Sentimos Leveza”.

A Procura

A procura essencial, a mais profunda, é a nossa procura por compreensão, pelo conhecimento essencial que é, no final, a única coisa que importa. Apenas esse conhecimento permanece, apenas esse conhecimento une, apenas esse conhecimento é amor.

Nessa procura somos guiados. Uma força nos carrega para onde nunca poderíamos ir por conta própria. Para onde nos leva afinal? Ela nos guia para cima ou para baixo? Sempre para baixo, para o lugar onde estamos conectados a tudo, conectados com amor.

Apenas, embaixo, juntos com muitos e todos, olhamos para cima, olhamos para frente e, juntos, achamos o caminho para aquilo que nos transcende, infinitamente além de nós. Somente lá encontramos a paz sem procura, pois somos levados, levados de forma segura, cientes de forma segura.

O que nos distrai dessa procura? Quando procuramos esse conhecimento e essa condução em outro lugar, quando procuramos por outras mãos que nos guiem, quando procuramos por um conhecimento passageiro.

Assim sendo, no final, estamos sozinhos nessa procura e nesse caminho, embora andemos junto com muitos outros – sozinhos com essa força, com esse espírito, sem procurar por outro conhecimento e outra condução.

Essa procura e essa força nos levam a ações, ações de amor, ações que conectam muitas pessoas. Embora estejamos nesse amor, embora estejamos em todo o amor, permanecemos nele guiados, amplamente guiados, profundamente guiados, solitariamente guiados, plenamente guiados.

A procura e o encontro tornam-se uma unidade. O amor e o conhecimento tornam-se uma unidade. Aqui a alegria e o sofrimento tornam-se uma unidade. Aqui o tomar e o deixar formam uma unidade – e aqui início e fim formam uma unidade, pois tudo permanece.

__ Bert Hellinger, sobre o movimento de entrega à grande alma que nos conduz, em “A Procura”, texto disponível na obra “O amor do espírito”.

 

O Pecado

Frequentemente, o que se chama pecado é apenas o que resulta quando algo maior toma posse de mim e me arranca de algo menor que me puxava noutra direção. Em nossas imagens internas, o pecado se liga ao desejo sexual, à irreparável perda da inocência e à perda do paraíso da infância, onde tínhamos tudo sem necessidade de agir. Agora, perdida a inocência, precisamos lavrar o solo com nossas mãos e desejar o que nos traz, simultaneamente, o prazer e a dor – e filhos.

Assim, se consideramos os resultados, o pecado supera de muito a inocência. Contrapondo-se a ela, é ele que realmente impele, produz, exige e cresce. Ele é poderoso, dinâmico, humilde e próximo da terra. O medo do pecado é um medo infantil e faz parte do próprio pecado, na medida em que esse envolve despedida e separação. Esse medo só dura quando olhamos para trás. Quem olha para frente, assume o pecado e se torna livre e grande através dele.

Todavia, desde o pecado original fantasiamos, muitas vezes, um novo paraíso, uma nova segurança – por exemplo, quando nos apaixonamos e sonhamos com uma felicidade nova e permanente, mas o sonho dura apenas até que o próximo pecado destrua o paraíso, impondo a todos os envolvidos um novo começo.

Visto por esse ângulo, o que pode igualar o pecado, em força e grandeza? Comparado à inocência, é ele que mais se aproxima do divino.

__ Bert Hellinger, em “Pensamentos a Caminho”.

Honrar a mãe como fonte de vida e sucesso

O Nascimento

O primeiro e decisivo sucesso em nossa vida é o nascimento. O seu êxito se dá melhor e mais consistentemente quando empurramos o caminho para a luz com o nosso próprio esforço, sem intervenção externa. Aqui tivemos que provar a nossa capacidade de ser assertivos e nos afirmar. Este sucesso continua a nos apoiar ao longo da vida. A partir desta experiência ganhamos mais tarde a força para nos afirmarmos com sucesso.

Eu já consegui ir tão longe? O que essa conquista tem a ver com o sucesso profissional? Será mesmo que o nosso sucesso na vida mais tarde depende deste primeiro sucesso? Como as pessoas que vieram ao mundo através da cesariana, ou foram puxadas para a vida com um fórceps se comportam mais tarde? Ou se elas vieram muito cedo e, em seguida, tiveram que  passar semanas ou mesmo meses em uma incubadora? Como agem em relação à autoconfiança e à assertividade? Claro que os efeitos destas experiências iniciais podem ser ultrapassados posteriormente, ao menos parcialmente. E nós também podemos ganhar forças especiais com elas mais tarde, como acontece com qualquer dificuldade ou fardo. Ainda assim, estes eventos apresentam limitações e se transformam em desafios capazes de serem superados por nós uma vez que suas raízes sejam compreendidas. Desta forma, podemos ser capazes de compensar o que foi perdido, ou mesmo recuperá-lo de alguma outra forma, muitas vezes com a ajuda de outros.

Ir ao encontro e tomar a nossa mãe

O próximo evento decisivo e o próximo sucesso é o movimento em direção à nossa mãe,  agora como contrapartida a nos oferecer o seu peito e a nos alimentar. Ganhamos a vida dela novamente com o seu leite, desta vez do lado de fora.  Qual é a qualidade do sucesso  aqui que nos prepara para os futuros sucessos, tanto na vida como no trabalho? Ao tomar a mãe como a fonte de nossa vida, com tudo o que flui através dela para nós, tomamos nossa própria existência; na medida em que tomamos a nossa mãe, aceitamos nossa vida como um todo. Este tomar é ativo. Precisamos sugar para seu leite fluir. Precisamos chamar para que ela venha. Precisamos nos alegrar com o que ela nos dá e mostrar isso ao mundo.  Através dela nos tornamos mais ricos.Mais tarde na vida vemos que aqueles que tiveram sucesso pleno tomaram sua mãe exatamente assim, e tornaram-se felizes e vitoriosos. Em geral, como nos relacionamos com a nossa mãe é como nos relacionamos com a vida, incluindo aí a vida profissional. Se nós rejeitamos a nossa mãe, nós também rejeitamos a vida e o trabalho. E, na mesma medida, trabalho e a vida nos rejeitam. Seguindo este mesmo movimento, as pessoas felizes em relação à sua mãe amam o trabalho e a vida. E assim como sua mãe dá a elas cada vez mais, à medida que dela tomam com amor, com a mesma intensidade, sua vida e seu trabalho dar-lhes-ão sucesso.

Aqueles que têm reservas sobre suas mães, também têm reservas sobre a vida e a felicidade. Assim como suas mães se retiram deles como resultado de suas reservas e da rejeição, a vida e o sucesso se retiram também.

Onde nosso sucesso começa? Ele começa com a nossa mãe. Como o sucesso chega a nós? Quando nossa mãe é bem-vinda e quando a honramos como nossa mãe, o sucesso chega.

__ Bert Hellinger, em “Êxito na vida, êxito na profissão”.